8.8.21

Atenção às Condições de Vida das Massas e aos Métodos de Trabalho*

 

     O texto, de Mao Tsetung, "Atenção às condições de vida das massas e aos métodos de trabalho", publicado pelo site (atualmente desativado) do Centro Cultural Antonio Carlos Carvalho (CeCAC), foi escrito em janeiro de 1934, quando a China vivia o período da segunda guerra civil revolucionária. Reproduzimos abaixo a introdução do CeCAC e o texto de Mao Tsetung.



Introdução

A questão central colocada por Mao é: a guerra revolucionária é uma guerra das massas, uma luta política de massas, assim, se o povo não está mobilizado não existe revolução, não há como derrotar o inimigo, não há a possibilidade do povo tomar o poder.

Mao, dirigindo-se aos camaradas do Partido, discute porque em algumas regiões, naquele momento, o povo se mobilizou, engrossou as fileiras do exército revolucionário e em outras não. É importante destacar que, mesmo não sendo um período de ofensiva estratégica da luta do povo chinês, em 1934, a guerra civil (guerra popular) já estava em curso e o Exército Vermelho resistia às campanhas de “cerco e aniquilamento” do exército do Kuomintang, comandado por Chiang Kai-shek.

Com a perspectiva de “mobilizar as amplas massas para tomarem parte na guerra revolucionária e, assim, derrotar o imperialismo e o Kuomintang”, indaga: "Queremos o apoio das massas?" Ao responder, expõe um princípio importante na construção da linha justa no trabalho político dos comunistas, para que as massas tomem a Revolução em suas mãos: "Se queremos, devemos ir para o meio das massas, despertá-las para a atividade, preocupar-nos com seu bem-estar e os seus sofrimentos; e trabalhar séria e sinceramente em defesa de seus interesses e em resolver seus problemas de produção e de condições de vida, seus problemas de sal, arroz, casa, vestimenta, de parto, em suma, todos os seus problemas. Se assim fizermos, as amplas massas certamente nos darão apoio e verão a revolução como sua própria vida e sua mais gloriosa bandeira". A vida da vanguarda e a vida das massas devem estar, desse modo, intimamente entrelaçadas.

Mao combate, ao mesmo tempo, o que chama de método burocrático de direção, que identifica como o de lançar objetivos gerais, deslocados ou sem ligá-los aos problemas concretos das massas, sem tratar, ou mesmo ignorar, as questões que o povo enfrenta no seu dia-a-dia.

Neste texto, as posições de Mao Tsetung expressam a tese marxista-leninista que aponta para a fusão do movimento de massas com a teoria marxista, realizada pelo partido revolucionário a fim de intensificar a luta de classe política dos oprimidos, no caso da China, a guerra popular. Portanto, o objetivo do partido revolucionário do proletariado é dirigir e mobilizar as massas a fim de derrotar o inimigo, conquistar o poder e construir o socialismo rumo à sociedade comunista. E desta forma avançar nas soluções para os problemas de condições de vida do povo. Mas tal objetivo só é passível de ser alcançado se a luta política, o partido, os revolucionários estiverem integrados, enraizados na luta de classe econômica, nas reivindicações materiais das massas.

Mao Tsetung rompe com qualquer tipo de idealismo, de subjetivismo ou fuga do papel dos comunistas no processo revolucionário. Nesse sentido, não há porque – como é característica da atuação de pseudovanguardas – bater-se contra a realidade, contra as condições adversas que se colocam pela frente, lamentar-se da vida, da “despolitização”, da “alienação”, da “desmobilização” ou “atraso” no desenvolvimento da luta. Ou de se idealizar estágios mais avançados da luta de classes se não se trabalha energicamente e sem tergiversar no trabalho paciente, cotidiano, tenaz, longo de ligar-se às massas, mobilizando-as, educando-as e organizando-as com uma linha política e ideológica justa.

A revolução coloca tarefas objetivas em cada conjuntura, assume forma específica em cada realidade e pode se modificar em cada momento e estágio da luta de classes. Mao aponta que é preciso partir dos interesses imediatos das massas, das suas reivindicações econômicas e políticas objetivas, fazendo-as compreender as tarefas de ordem mais elevada, a cada momento. Tratar das questões mais elementares da vida do povo, das suas reivindicações concretas é a base para mobilizá-lo e incorporá-lo no processo revolucionário. Tratar estas questões, por mais elementares que pareçam é uma permanente tarefa colocada para os revolucionários.

Para tanto, é necessário dedicar profundo interesse aos problemas das condições de vida das massas, não subestimar por pouco que sejam esses interesses imediatos, pois são as massas “as muralhas de bronze e ferro que nenhuma força, absolutamente nenhuma, pode quebrar”.

Mao ressalta também a necessidade de combater os métodos de trabalho burocráticos (substituindo-os por métodos práticos e específicos) e autoritários (substituindo-os pela paciente persuasão), e, como afirma num outro texto, há que ser aluno antes de ser professor, ouvir as massas, aprender com elas e educá-las num longo, no mais das vezes silencioso, e cotidiano processo de integração e enraizamento.

 

Atenção às condições de vida das massas e aos métodos de trabalho

 

Mao Tsetung

 

Este trabalho constitui parte da intervenção de encerramento no II Congresso Nacional da República Soviética da China, realizado em janeiro de 1934, em Juikin, província de Kiangsi.

Há dois problemas que os camaradas deixaram de destacar nas discussões e que, parece-me, devem ser objeto de explanação.

O primeiro problema refere-se às condições de vida das massas.

Nossa tarefa central, no momento, é mobilizar as amplas massas para tomarem parte na guerra revolucionária e, assim, derrotar o imperialismo e o Kuomintang, levar a revolução ao país inteiro e expulsar o imperialismo da China. Não é um bom revolucionário aquele que encara levianamente essa tarefa central. Se os nossos camaradas realmente tomarem em mãos essa tarefa central e compreenderem que a revolução precisa absolutamente ser levada a todo o país, então não lhes será possível subestimar, por pouco que seja, nem encarar levianamente o problema dos interesses imediatos das amplas massas, o problema de suas condições de vida. Como a guerra revolucionária é uma guerra de massas, só poderemos levá-la a cabo mobilizando as massas e apoiando-nos nelas.

Poderemos alcançar nosso objetivo de derrotar o inimigo se não fizermos nenhum outro trabalho a não ser mobilizar o povo para levar a cabo a guerra? Está claro que não. Se quiser vencer, temos ainda muito trabalho a fazer - dirigir os camponeses nas lutas agrárias e distribuir a terra entre eles; despertar neles o entusiasmo para o trabalho, de forma a elevar a produção agrícola; defender os interesses dos operários; fundar cooperativas; desenvolver o comércio com as áreas exteriores; resolver os problemas com que se defrontam as massas, problemas de roupa, alimentação e habitação, de combustível, arroz, óleo e sal, de saúde e higiene e de casamento. Em suma, todos os problemas com que se defrontam as massas em sua vida real devem merecer a nossa atenção. Se tomarmos com decisão esses problemas, e os resolvermos de forma a satisfazer as massas, seremos realmente os organizadores da vida das massas e elas realmente se reunirão em torno de nós e nos apoiarão calorosamente. Camaradas, poderemos então conclamar as massas a participarem na guerra revolucionária? Certamente que poderemos.

Encontramos o seguinte estado de coisas entre o nosso pessoal. Fala-se apenas em aumentar o Exército Vermelho, em ampliar as equipes de transporte, coletar impostos territoriais e promover subscrição para os bônus; quanto a todas as outras questões, não se fala nem se cuida delas, são até ignoradas por completo. Por exemplo, houve uma época em que o Governo Municipal de Tingchow, voltado para a expansão do Exército Vermelho e a mobilização do pessoal para as equipes de transporte, não dava a menor atenção aos problemas das condições de vida das massas. Os problemas que afligiam as massas da cidade de Tingchow eram a falta de lenha, o sal que desapareceria no mercado porque os capitalistas o açambarcaram; o fato de que algumas pessoas não terem casa para morar; e a escassez e o alto preço do arroz. Eis os problemas práticos com que se defrontavam as massas do povo da cidade de Tingchow e para cuja solução impacientemente esperavam nossa ajuda. Mas o Governo Municipal de Tingchow não discutia nenhuma dessas questões. Por isso, depois de várias reuniões em que se discutiu apenas a expansão do Exército Vermelho e a mobilização para as equipes de transporte, ficando porém completamente esquecidas as condições de vida das massas, os cento e tantos delegados recém-eleitos para congressos dos operários e camponeses da cidade de Tingchow não mostraram interesse em continuar comparecendo ao congresso ou em realizar outras reuniões. Como resultado, muito pouco se conseguiu quanto à expansão do Exército Vermelho e à mobilização para as equipes de transporte. Eis aqui uma das situações existentes.

Camaradas, provavelmente lestes os folhetos que vos foram dados sobre os dois hsiang-modelo. Ali a situação é oposta. Quanto cresceu o Exército Vermelho no hsiang de Chang-Kang [1], em Kiangsi, e no hsiang de Tsaiki [2], em Fukien! No hsiang de Changkang, oitenta por cento dos homens e mulheres de meia-idade ingressaram no Exército Vermelho; no de Tsaiki, oitenta e oito por cento dos homens entraram para o Exército Vermelho. As subscrições dos bônus foram também notáveis: o hsiang de Changkang, com uma população de apenas 1.500 pessoas, contribuiu com o valor de 4.500 dólares de prata. Houve também grandes realizações em outras esferas de trabalho. Qual a razão? Uns poucos exemplos tornarão isto claro. No hsiang de Changkang um incêndio destruiu um compartimento e cerca de metade de outro da casa de um camponês pobre e o governo do hsiang apelou para as massas, pedindo-lhes que ajudassem com dinheiro esse camponês. Três pessoas estavam passando fome e o governo do hsiang e a sociedade de ajuda mútua imediatamente começaram a angariar arroz para socorrê-las. Na fome do último verão, o governo do hsiang obteve arroz no município de Kunglueh [3], a mais de 200 li de distância, para socorrer as massas. No hsiang de Tsaiki, realizou-se, também, muito bom trabalho no mesmo sentido. Tais governos de hsiang são realmente modelos em sua espécie. São absolutamente diferentes do Governo Municipal de Tingchow, com seu método burocrático de direção. Precisamos aprender com os hsiang de Changkang e Tsaiki, e opor-nos aos dirigentes burocráticos como os da cidade de Tingchow.

Proponho solenemente a este Congresso que dediquemos profundo interesse aos problemas e às condições de vida das massas, desde o problema da terra e do trabalho até o do combustível, do arroz, do óleo de cozinha e do sal. As massas de mulheres querem aprender a arar e a capinar. Quem é que vamos mandar para ensiná-las? As crianças precisam de ir à escola. Foi criada alguma escola primária? A ponte de madeira, acolá, é demasiado estreita e os pedestres podem escorregar. Não se há de mandar reparar a ponte? Muitas pessoas estão com furúnculos ou têm outras doenças. Que medidas vamos tomar? Todos esses problemas relativos às condições de vida das massas devem ser colocados na nossa ordem-do-dia. Devemos discutir essas questões, tomar resoluções sobre elas, agir e controlar os resultados. Devemos fazer as amplas massas compreenderem que nós representamos os seus interesses, que a nossa vida e a delas estão intimamente entrelaçadas. Devemos fazê-las compreender, partindo dessas questões, as tarefas de ordem mais elevada que nós propomos, isto é, as tarefas da guerra revolucionária, de forma que elas apóiem a revolução e a levem ao país inteiro, respondendo aos nossos apelos políticos e lutando até o fim pela vitória da revolução. As massas do hsiang de Changkang dizem: "O Partido Comunista é realmente bom - ele pensou em tudo para nós!" Pessoal exemplar o do hsiang de Changkang! Digno de estima o pessoal do hsiang de Changkang! Conquistaram a afeição genuína das amplas massas; seu apelo em favor da mobilização para a guerra mereceu o apoio das amplas massas. Queremos conquistar o apoio das massas? Queremos que as massas dediquem todos os seus esforços à frente de guerra? Se queremos, devemos ir para o meio das massas; despertá-las para a atividade; preocupar-nos com o seu bem-estar e os seus sofrimentos; e trabalhar séria e sinceramente em defesa de seus interesses e em resolver seus problemas de produção e de condições de vida, seus problemas de sal, arroz, casa, vestimenta, de parto, em suma, todos os seus problemas. Se assim fizermos, as amplas massas certamente nos darão apoio e verão a revolução como a sua própria vida e sua mais gloriosa bandeira. No caso do Kuomintang lançar ataques contra as áreas vermelhas, as amplas massas arriscarão a vida na luta. Não pode haver dúvida a respeito disso: pois não é fato que esmagamos a primeira, a segunda, a terceira e a quarta campanha de "cerco e aniquilamento" lançadas pelo inimigo?

O Kuomintang, pondo em prática sua diretiva de construir fortins [4], está levantando um sem-número de cascos-de-tartaruga [5], como se fossem muralhas de bronze e ferro. Camaradas, serão realmente muralhas de bronze e de ferro? De forma alguma! Pensem bem: durante milhares de anos, as fortalezas e palácios dos imperadores feudais não conseguiram resistir a tudo? Mas desmoronaram um após outro no momento em que as massas se levantaram. O tzar da Rússia foi um dos mais ferozes governantes do mundo. Mas continuou a sê-lo depois que estalou a revolução do proletariado e do campesinato? Não, não continuou. E as suas muralhas de bronze e ferro? Tudo desmoronou. Camaradas, quais são realmente as muralhas de bronze e ferro? São as massas, as massas de milhões e milhões que honesta e seriamente apóiam a revolução. Elas formam, de fato, as muralhas de bronze e ferro que nenhuma força, absolutamente nenhuma, pode quebrar. As forças contra-revolucionárias não poderão jamais vencer-nos, mas nós, sim, as venceremos. Unindo as massas de milhões e milhões em torno do governo revolucionário e expandindo nossa guerra revolucionária, seremos capazes de liquidar qualquer contra-revolução e tomar o poder na China inteira.

 

O segundo problema refere-se aos métodos de trabalho.

 

Somos os dirigentes e organizadores da guerra revolucionária, assim como os dirigentes e organizadores da vida das massas. Organizar a guerra revolucionária e melhorar as condições de vida das massas são as nossas duas principais tarefas. Aqui nos defrontamos com o sério problema dos métodos de trabalho. Não nos basta propor tarefas; devemos também resolver o problema dos métodos de cumpri-las. Nossa tarefa pode consistir em atravessar um rio, mas não poderemos atravessá-lo sem uma ponte ou um barco. Sem resolver o problema da ponte ou do barco, toda conversa sobre a travessia do rio seria conversa fiada. Sem resolver o problema dos métodos, é pura tolice falar de tarefas. Sem atentar para o plano de direção na expansão do Exército Vermelho, sem dar importância aos métodos de expandi-lo, não alcançaremos o sucesso final, mesmo que repitamos mil vezes a frase "expandir o Exército Vermelho". Além disso, nas investigações sobre a terra [6], na construção econômica, na cultura e educação, e no trabalho nas áreas recém-libertadas, bem como nos distritos situados na periferia de nossas áreas, enfim, em qualquer espécie de trabalho, não poderemos cumprir nenhuma de nossas tarefas se apenas nos limitarmos a colocá-las, sem nos preocuparmos com os métodos de realizá-las, sem combatermos os métodos burocráticos de trabalho, substituindo-os, métodos de trabalho práticos e específicos, e sem abandonarmos o método autoritário de trabalho, substituindo-o pelo método de persuasão paciente.

Os camaradas do Hsingkuo realizaram um trabalho de primeira ordem e merecem nosso louvor como trabalhadores-modelo. Da mesma forma, os camaradas do nordeste de Kiangsi fizeram excelente trabalho e são também trabalhadores-modelo. Os camaradas de Hsingkuo e do nordeste de Kiangsi, ao ligarem a vida das massas com a guerra revolucionária, resolverem ao mesmo tempo o problema dos métodos de trabalho revolucionário e o problema das tarefas revolucionárias. Eles estão trabalhando conscienciosamente e resolvendo os problemas com cuidado minucioso. Assumiram seriamente sua responsabilidade diante da revolução; são bons organizadores e dirigentes da guerra revolucionária, assim como bons organizadores e dirigentes da vida das massas. Além disso, em alguns lugares como nos municípios de Shanghang, Changting e Yungting no Fukien; em Sikiang e outros lugares do sul do Kiangsi; em algumas localidades nas comarcas de Chaling, Yungsin e Kian, na Área Fronteiriça Hunan Kiangsi; em alguns lugares no condado de Yangsin na Área Fronteiriça Hunan-Hupei-Kiangsi, e em Juikin - condado diretamente administrado pelo Governo Central - nesses lugares os camaradas têm logrado êxito em seus trabalho e da mesma forma merecem nosso louvor.

Em todos os lugares sob nossa direção, não há dúvida que surgiram do seio das massas muitos quadros ativos, camaradas que podem realizar excelente trabalho. Esses camaradas carregam sobre os ombros uma responsabilidade - a de melhorar o trabalho nos lugares em que este não é bem feito e ajudar os camaradas ainda não competentes. Estamos frente a frente com uma grande guerra revolucionária, precisamos romper o "cerco e aniquilamento" em grande escala que o inimigo está executando e precisamos levar a revolução ao país inteiro. Todos os revolucionários têm sobre seus ombros uma enorme responsabilidade. Depois deste congresso, devemos adotar medidas práticas para melhorar o nosso trabalho; as áreas adiantadas devem adiantar-se ainda mais e as áreas atrasadas devem alcançar as adiantadas. Precisamos fazer aparecer milhares de hsiangs, como o de Changkang e inúmeros municípios como o de Hsingkuo. Essas devem ser as nossas firmes bases. Desde que contemos com elas, seremos capazes de reduzir a frangalhos a campanha do inimigo de "cerco e aniquilamento" e derrubar o domínio do imperialismo e do Kuomintang em todo o país.

27 de janeiro de 1934.

Notas:

[1] Cantão do distrito de Sigkuo, província de Chiangsi.

[2] Cantão do distrito de Shangjang, província de Fukién.

[3] Um dos distritos das zonas vermelhas de Chiangsi, que tinha por centro o povoado de Tungku, o Sudeste do distrito de Chían. A esse distrito deram o nome de Kunglueh para honrar a memória do camarada Jaung Kunglueh, comandante do 3º Corpo do Exército Vermelho, morto em outubro de 1931.

[4] Em julho de 1933, na conferência militar realizada em Lushan, província de Chiangsi, Chiang Kai-shek decidiu construir fortins em torno das zonas vermelhas como um nova tática militar para sua quinta campanha de "cerco e aniquilamento". Estima-se que, até fins de janeiro de 1934, haviam levantado no total 2.900 fortins em Kiangsi. Esta tática de Chiang Kai-shek foi estabelecida também pelos invasores japoneses em seus combates contra o VIII Exército e o Novo 4º Corpo de Exército. Os fatos históricos têm confirmado a plenitude, seguindo a estratégia da guerra popular do Camarada Mao Tse Tung, é completamente possível frustar e vencer a tática contra-revolucionária de fortins.

[5] Nome dado pelo povo às casamatas para onde se retiravam os soldados do Kuomintang quando atacados, que se parecia muito com o recuo da tartaruga para dentro de sua carapaça.

[6] Medida tomada depois da reforma agrária para averiguar se a terra havia sido distribuída de maneira adequada.

[*] Mao-Tse-tung, Obras Escolhidas/em quatro volumes - Volume Primeiro, Editorial Vitória - Brasil – 1961

Edição: Que Fazer.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O processo de construção socialista e nacional no Cazaquistão e na Ásia Central

  Conclusões atuais Ainur Kurmanov , co-presidente do Movimento Socialista do Cazaquistão Bandeira do Cazaquistão na era soviética. ...